26
Nov 09

Era uma vez uma familia.

Um dia a mae fez compota para o filho ,porque nesse dia ele comportou-se muito bem.

De seguida ,a mae arrumou a compota ,mas o filho queria comer um pouco.

A mae lembrou-se que tinha de entregar uma carta para a tia Ines e disse ao filho para ficar com o pai sem fazer asneiras.

Quando a mae bateu a porta ,o Joao teve uma ideia .

Foi à sala,espreitou muito devegar para o pai nao o ouvir e viu que este estava a ler um jornal.

De seguida,foi à cozinha ,pegou numa cadeira ,mais outra,para chegar à compota.

Quase là , estava  mesmo quase là mas derrepente ...o Joao caiu.Apesar de ter prometido à mae que nao ia fazer asneiras,nao conseguiu cumprir o combinado .

O pai ao ouvir o barulho , veio à cozinha ver o que se passava , ao ver o filho magoado perguntou o que se tinha passado.O Joao contou-lhe que queria compota e tinha tido esta  maluca ideia.

O pai percebeu a criança,mas deu-lhe um pequeno castigo .

A partide desse dia , o filho aprendeu a liçao.

publicado por mjmp42blogs às 22:12

01
Nov 09

 

SERÁ QUE PODÍAMOS PUBLICAR AQUI OS TRABALHOS DO PORTFOLIO DE L. PORTUGUESA? E JÁ AGORA, NOTÍCIAS DA TURMA E OUTROS PROJECTOS INTERESSANTES? O QUE PENSAM DA DATA COMEMORATIVA QUE SE APROXIMA. E O QUE SABEM ACERCA DE S. MARTINHO?

EM NOVEMBRO, NA NOSSA ESCOLA TAMBÉM É TEMPO DE INTERCÂMBIO ESCOLAR. VAMOS TROCAR MENSAGENS E COMENTÁRIOS COM OUTRA TURMA?

A PROFESSORA M. JOSÉ

 

publicado por mjmp42blogs às 23:46

27
Out 09

 

 
 
 
Álcool em Gel
Todos nós já ouvimos e lemos inúmeras informações sobre a gripe A.
Também sabemos que a protecção é o maior meio de combate ao vírus.
Como tal, e devido ao facto deste produto ter triplicado o seu preço,
deixo aqui a receita para a elaboração de álcool em gel:
2 folhas de gelatina incolor e sem sabor (compra-se em qualquer supermercado)
1 copo de água quente para dissolver as 2 folhas de gelatina.
Deixe arrefecer.
Acrescente 12 copos de álcool de 96° graus.
Está pronto o álcool em gel de 72° a 75° graus.
 
 
publicado por mjmp42blogs às 15:15

PARECE QUE VOU APRENDER A FAZER BLOGUES A SÉRIO. FINALMENTE. PENSO QUE ME SERÁ MUITO ÚTIL NO QUE SE REFERE ÀS AULAS DE PORTUGUÊS. ESPERO APRENDER COISAS NOVAS E QUE ME AJUDEM A MOTIVAR OS MEUS ALUNOS PARA A ESCRITA.

A ACÇÃO COMEÇA HOJE, DIA 27. OXALÁ SEJA UM SUCESSO. ATÉ BREVE.

publicado por mjmp42blogs às 14:18
sinto-me:

05
Jul 09

"Ciao" = chau

[Pergunta] A palavra italiana “ciao”, que julgo significar “olá”, transitou para a nossa língua, em especial para a oralidade, com um carácter praticamente definitivo, tendo, a meu ver, sofrido uma evolução semântica para significar em Português “adeus”. Como tenho visto as três grafias acima mencionadas em vários textos, solicito esclarecimento quanto àquela que, correctamente, deverá ser usada, quando significa que estamos a despedir-nos informalmente de alguém.
Obrigada.

Maria Luísa Mesquita :: Professora :: Porto, Portugal

[Resposta] A palavra italiana “ciao” provém do diale(c)to veneziano e substitui a expressão “Io sono suo schiavo” que significa: «Eu sou seu escravo». Nós, de uma maneira menos servil, dizemos: «Às suas ordens!»
Quem entender que esta palavra veio para ficar, deverá escrevê-la chau. É a forma que está de acordo com a História da Língua Portuguesa. Se fosse de origem árabe, deveria ter a letra x; como provém de uma língua latina, devemos usar o dígrafo ch. Alguns minhotos e transmontanos dirão esta palavra de uma forma muito próxima da dos brasileiros e dos italianos: [tchau]. No Centro e no Sul de Portugal, não se usa o som [tch]. Por isso, esta africada é estranha aos portugueses que dizem uma chiante surda simples.
Chau não precisa de acento gráfico e poderá rimar facilmente com mau, pau e carapau.
 

 

A. Tavares Louro :: 22/06/2004

publicado por mjmp42blogs às 18:16

É MESMO ASSIM
 
 

 
 

                                        

DEUS CRIOU O BURRO E DISSE:*
*Serás Burro, Trabalharás incansavelmente de sol a sol, carregando fardo nos
lombos. Comerás capim , não terás inteligência alguma, viverás 60 ANOS.*
*SERÁS BURRO*
* *
*O BURRO RESPONDEU:*
*'Serei Burro, mas viver 60 ANOS é muito, Senhor Dá-me apenas 30 ANOS'*
*Deus lhe deu 30 ANOS.*
* *

*DEUS CRIOU O CACHORRO E DISSE:*
*'Serás Cachorro, vigiarás a casa dos homens e serás seu melhor amigo.
Comerás os ossos que ele te jogar, viverás 20 ANOS.*
*SERÁS CACHORRO'.*
* *
*O CACHORRO RESPONDEU:*
*'Senhor, comerei ossos, mas viver 20 ANOS é muito, Senhor. Dá-me 10 ANOS.*
*Deus lhe deu 10 ANOS.*
* *

*DEUS CRIOU O MACACO E DISSE:*
*' Serás Macaco, pularás de galho em galho, fazendo macaquices, serás
divertido e viverás 20 ANOS.*
*'SERÁS MACACO'.*
* *
*O MACACO RESPONDEU:*
*' Senhor, farei macaquices engraçadas, mas viver 20 ANOS é muito, Dá-me
apenas 10 ANOS. '*
*Deus lhe deu 10 ANOS*
* *

*DEUS CRIOU O HOMEM E DISSE:*
*'Serás homem, o único ser racional sobre a face da Terra, usarás tua
inteligência para te sobrepores aos demais animais e à Natureza. Dominarás o
Mundo e viverás 30 ANOS.*
* *
*O HOMEM RESPONDEU:*
*'Senhor, serei Homem o mais inteligente dos animais, mas viver 30 ANOS é
muito pouco, Senhor Dá-me os 30 ANOS que o BURRO rejeitou, os 10 ANOS que o
CACHORRO não quis e também os 10 ANOS que o MACACO dispensou.*
* *
*E ASSIM DEUS FEZ O HOMEM...*
*Está bem... Viverás 30 ANOS como homem. Casarás e passarás a viver 30 ANOS
como BURRO, trabalhando para pagar as contas e carregando fardos. *
*Serás aposentado pelo INSS, viverás 10 ANOS como CACHORRO, vigiando a casa. E depois ficarás velho e viverás mais 10 ANOS como MACACO , pulando de
casa em casa, de um filho para outro, fazendo macaquices para divertir os
NETOS....*

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por mjmp42blogs às 17:51

03
Jul 09

Crónica de Clara Ferreira Alves, na revista Única do semanário Expresso de 7 de Março de 2009, sobre o português no Brasil e em Portugal – e porque é a favor do Acordo Ortográfico.

O Brasil é um lugar muito perigoso. Perigoso não por causa de bandido dando tiro na favela ou de assalto e arrastão. Perigoso por causa da língua. Do modo redondo e rotundo, aberto e gargalhado, cantado e rolado como a língua portuguesa é falada aqui. Pergunto-me quanto tempo duraria numa cidade como o Rio (que faz no dia em que escrevo 444 anos, com festa e bolo de aniversário de 4,44 metros oferecido no Cristo Redentor) o meu português clássico, aprumado e cheio de regras e consoantes mudas e cês cedilhados, o nosso belo e excelso português engravatado, bebido e comido em Eça, Cesário, Pessoa e O’Neill. Ou noutros, os autores e livros que definem a língua que falamos e escrevemos. O pior é que essa bela herança chega ao Brasil e se desata como um corsete; é como quem rebenta com os colchetes e abre as fitas e fivelas e desaperta os nós e respira fundo. A oralidade é o diabo.

Começo por abrir as vogais como quem vai abrindo caixinhas chinesas e em breve adiro ao domínio absoluto da vogal sobre a consoante. Absoluto, por exemplo, que em português de Portugal é uma palavra absolutamente dependente da consoante, aquele b vincado, aquele s sibilado, aquele t fechado, aqui vira (vira é fica), aqui vira uma palavra absolutamente livre e absolvida do pecado da boca franzida na pronúncia. Isto é um perigo, rapidamente a língua de Portugal vai embora e se deixa seduzir e substituir pela língua do Brasil, que sendo portuguesa é tão brasileira como o Carnaval. Eu acho que é o calor dos trópicos que faz abrir as vogais desbragadas e adoçar as arestas dos verbos. A língua solta-se do mesmo modo que a pessoa se solta. Eu, por exemplo, depois de jurar na ressaca de um Carnaval em Salvador e de eternas horas a ver desfilar trios eléctricos (elétricos) que não voltava a pôr o pé num Carnaval, dei por mim a sambar com a velhinha escola da Mangueira, que encenou um enredo alusivo à história do povo brasileiro e à miscigenação, em homenagem ao grande Darcy Ribeiro. Enredo onde avultavam referências a portugueses. Nas outras escolas de samba, quase sempre existia uma referência a Portugal. Nós, esse povo triste e meio chato, inventor do fado, da queixa e do murmúrio, da dor e da saudade (e do Carnaval de Torres, apogeu da depressão contemporânea). Nós, os portugueses. Autores originais da língua. Os mesmos que deram à luz esta gente doida que abre as vogais e a cabeça e rebenta de folia. Que ironia. O génio português está por aí algures, nessa miscigenação. O Darcy é que sabia. O Brasil é muito perigoso, porque o português vira alegre. Crioulo. Índio. Mulato.

Ao cabo de dias de furiosa resistência a palavras como estrogonofe e mocotó, rolado e batuca, grana e saca-trapo, enredo e maluquice, sambista e balconista, cachê e batizado, laquês e paetês, bagunça e bagaceira, prêmio e boêmio, curtido e planejado, papo e cachorro, paquera e rabada (uma comida), bebê e termômetro, sujeito grosso e criador de caso, tomar um porre e pegar um bode (danados os dois), a gente acaba a abrir (abrindo) as vogais e a deixar (deixando) de pegar no vocabulário com pinças, arrastando as sílabas das frases na pronúncia brasileira.

O mesmo se passa com o Acordo Ortográfico. No princípio resisti, com algumas das razões apontadas pelos resistentes ao Acordo, razões misturadas com a resistência à imposição no território fluido das línguas e respectivas grafias. Nenhum Acordo seria perfeito e agradaria a todos os falantes e utilizadores da língua portuguesa. Com o tempo e a computação, o domínio da linguagem escrita e falada em mensagem de computador e simplificada pelos outlets digitais e electrónicos, a uniformização da grafia só pode beneficiar a língua e promover o seu prestígio e divulgação, facilitando as relações da nossa língua comum com as línguas mais usadas e faladas. Sou a favor do Acordo. Com a ressalva de que entendo a violência inicial em passar de óptimo a ótimo e de baptista a batista, ficando o português de Portugal um pouco sob a alçada do português do Brasil. E nem podia ser diferente, dada a diferença de escala. Eles são quase 190 milhões, fora as reverberações do português falado em África ou nas comunidades de emigrantes. Nos resíduos de Macau e Timor. O Acordo não é óptimo. Talvez seja ótimo, e a ele nos habituaremos, sobretudo os escritores, quem mais sofre com a violência do clássico despindo a gravata e o colete. O Brasil arrasta-nos. O perigo verdadeiro é o de chegar aqui e ficar pronunciando gerúndios com sotaque de Chico e Caetano, Vinicius e Jobim. Fora daqui, o nosso português fica como é. Bonito, às vezes um pouco triste, um pouco chato (basta ver um congresso de partido político). Às vezes picuinhas. Vernáculo. Encovado.

E agora vou subir no Corcovado.

 

* in Expresso, de 7 de Março de 2009 — 10/03/2009

publicado por mjmp42blogs às 22:59
sinto-me: FUTURISTA

02
Jul 09

Glossário
Erros mais frequentes
BAINHA
...e não "baínha".
BANCARROTA
...e não "banca-rota".
BARBARISMOS
Erros de expressão e de grafia (mal) entrados no Português.
BATE-PAPO
...e não batepapo.
BÁTEGA
Aguaceiro, chuvada. A expressão "bátega de água" é pleonástica.
BÊ-Á-BÁ
...e não "b-a-ba".
BEBÉ
...e não "bébé".
BEGE
...e não "beige" nem "beje".
BEM-VINDO
...e não Benvindo (nome próprio).
BÊNÇÃO
...e não "benção".
BENEFICÊNCIA
... e não "beneficiência".
BI
Prefixo que dispensa o emprego do hífen [bianual, bimotor, bissecular, bissexual]. Cf. HÍFEN.
BILIÃO
O mesmo que bilhão: um milhão de milhões, e não um "milhar de milhões" como é usado noutros países, como nos EUA e no Brasi. Cf. Controvérsias e Respostas Anteriores.
BIOPSIA
... e não "biópsia" (a pronúncia correcta/correta é: /biopsía/).
BURBURINHO
...e não "borborinho".
<input ... >

 
publicado por mjmp42blogs às 22:53

 

A Língua Portuguesa, segundo o Prof. Pasquale Cipro Neto, brasileiro.



    Popularmente diz-se: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem
bicho carpinteiro.'
    O correcto: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no
corpo inteiro.'

    'Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.''
    Enquanto o correcto é: 'Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.'

    'Cor de burro quando foge.'
    O correcto é: 'Corro de burro quando foge!'

    Outro, que todos dizem de uma maneira errada: 'Quem tem boca vai a Roma.'
    O correcto é: 'Quem tem boca vaia Roma.' (isso mesmo, do verbo vaiar)

     'Cuspido e escarrado' - quando alguém quer dizer que é muito
parecido com outra pessoa.
    O correcto é: 'Esculpido em Carrara.' (tipo de mármore)

    Mais um famoso...: 'Quem não tem cão, caça com gato.'
    O correcto é: 'Quem não tem cão, caça como gato'... ou seja, sozinho!

    Dizia correctamente algum desses ditados?

 
 
publicado por mjmp42blogs às 22:36
sinto-me:

26
Jun 09

 

Aproveito para sugerir alguns livros interessantes para o desenvolvimento da criatividade linguística e temática, que podem servir-vos de inspiração : Gramática da fantasia de Gianni Rodari, O poeta faz-se aos 10 anos de Maria Alberta Meneres, Os Mecanismos da Escrita Criativa de Cristina Norton, Jogos de Escrita de Luís Barbeiro e 70+7 Propostas de Escrita Lúdica de Margarida Leão e Helena Filipe. 
 um xi-coração e boas escritas.
 
publicado por mjmp42blogs às 00:47

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